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Inventário RFID: leitura em massa de etiquetas, ligada ao seu cadastro de produtos

Contar peça a peça com código de barras funciona até o dia em que o volume cresce. Um bin com dezenas de itens leva minutos para conferir, o operador perde a conta, recomeça, e a diferença só aparece semanas depois, quando o pedido não fecha. Quem já comprou etiquetas RFID costuma esbarrar em outro problema: o leitor lê, mas a leitura fica presa no software do fabricante e não conversa com o estoque nem com o cadastro de produtos.

No 4LogOS, o inventário RFID começa num gateway instalado no próprio armazém, que conversa com o leitor fixo e envia as leituras em lote para a plataforma. No portal, cada leitor tem um painel ao vivo com as tags lidas e quantas vezes cada uma apareceu, e dá para zerar a contagem antes do próximo bin. Quando o código lido é um EPC, o sistema o resolve para o produto, seja pela etiqueta no padrão GS1 SGTIN-96 (que carrega GTIN e número de série), seja por uma tag fixa cadastrada no produto. A mesma leitura RFID também alimenta os portais do pátio no YMS e o apontamento automático de produção.

O que é Inventário RFID?

Inventário RFID é a contagem de estoque feita por radiofrequência: cada item recebe uma etiqueta com um código único (EPC), e uma antena lê dezenas ou centenas de etiquetas ao mesmo tempo, sem precisar de linha de visada. Em vez de bipar peça por peça, o operador passa o volume pela área de leitura e o sistema registra quais tags estavam presentes e quantas vezes foram lidas.

Inventário RFID na prática

O operador despeja o bin na caixa do carrinho, a antena lê todas as peças de uma vez e as diferenças aparecem para conferência.

5×mais rápido por bin conferido
≈ 2 minpara 4 bins e 228 peças (manual ≈ 11 min)
0recontagens manuais
Valores ilustrativos de referência, não dados de cliente.

Inventário RFID: como funciona no 4LogOS

  1. Instale o gateway e conecte o leitor

    Um gateway (Raspberry Pi ou contêiner) roda no armazém e conversa com o leitor UHF fixo pela rede local. Hoje o driver nativo é o do leitor Chainway UR4; outros modelos entram como novos drivers no gateway. Na tela do gateway, o "Testar API" confirma a chave e mostra em qual conta as leituras vão cair.

  2. Cadastre o leitor no portal

    Em Dispositivos, cada servidor (gateway) aparece com os leitores que opera, o status de conexão e o contador de leituras. O gateway carrega os leitores habilitados quando liga, e você inicia ou para a leitura de cada um pelo portal.

  3. As leituras ficam guardadas mesmo sem internet

    Toda leitura é gravada primeiro no banco local do gateway e depois enviada em lote à plataforma. Se a internet cair, as leituras continuam acumulando e são drenadas quando a conexão volta. Cada leitura chega com EPC, antena, intensidade de sinal (RSSI) e horário.

  4. Conte no painel de leituras ao vivo

    O painel do leitor agrupa as leituras por EPC, com a quantidade de leituras e a última vez que cada tag apareceu, atualizando a cada poucos segundos. O botão "Limpar" zera a grade e passa a mostrar só o que for lido dali em diante: é o jeito de conferir um bin, uma caixa ou um carrinho de cada vez.

  5. O EPC vira produto

    Etiquetas no padrão SGTIN-96 são decodificadas em GTIN e número de série e casadas com o cadastro. Itens que usam uma tag fixa fora desse padrão recebem o EPC como "outro código" do produto. A partir daí, a tag bipada no coletor ou pesquisada na tela de Produtos cai no SKU certo.

RFID no armazém, no pátio e na fábrica

A mesma infraestrutura de leitura (gateway, leitores e ingestão em lote) atende três usos diferentes dentro do 4LogOS. Você instala uma vez e liga o que fizer sentido para a operação.

  • Armazém: painel de leituras por EPC para conferir bins, caixas e carrinhos, com contagem zerável entre um volume e outro
  • Cadastro: EPC no padrão SGTIN-96 resolvido para GTIN e número de série, ou tag fixa cadastrada como código alternativo do produto
  • Pátio (YMS): portais RFID na entrada, na saída e nos corredores atualizam sozinhos a localização da carreta; leitura na antena de saída faz o gate-out
  • Pátio (YMS): tag desconhecida no portão ou carreta "expedida" que reaparece no pátio abrem ocorrência para a portaria
  • Fábrica: leitura de serial no posto de trabalho vira apontamento de produção na ordem ativa daquele centro de trabalho, sem digitação

Inventário RFID x código de barras: quando vale a pena

RFID não substitui o código de barras em toda operação. Ele compensa quando há muitas peças por volume, itens etiquetados na origem ou necessidade de rastrear unidade a unidade. Para estoque com pouca peça por posição, o coletor com bipagem continua sendo o caminho mais barato.

  • Vale a pena: vestuário, calçados, peças serializadas e kits, em que um bin tem dezenas de itens e contar um a um custa caro
  • Vale a pena: fornecedor que já entrega etiquetado no padrão GS1, porque o EPC traz o GTIN e o serial sem cadastro extra
  • Vale a pena: portais de pátio, onde a carreta passa sem parar e a leitura substitui o apontamento manual da portaria
  • Pense duas vezes: líquidos e metais atrapalham a leitura UHF, e o custo da etiqueta pesa em item de baixo valor

Como o inventário RFID se encaixa no controle de estoque

A leitura em massa mostra o que está fisicamente presente. O ajuste de saldo continua passando pelo fluxo de inventário do WMS, com contagem registrada, tolerância e trilha de auditoria. Assim a velocidade do RFID não vira ajuste de estoque sem controle.

  • Leituras recebidas ficam registradas em auditoria, com o total de leituras e de EPCs únicos de cada lote enviado
  • Retenção configurável: você define por quantos dias guardar as leituras brutas, sem precisar mexer em banco de dados
  • Divergência de saldo é tratada no inventário rotativo, com contagem cega e ocorrência para o gestor
  • Indicadores da animação do carrinho RFID (por exemplo, "5× mais rápido por bin") são valores ilustrativos de referência, não medição de cliente

Perguntas frequentes: Inventário RFID

O que é inventário RFID?

É a contagem de estoque por radiofrequência: cada item tem uma etiqueta com código único (EPC) e uma antena lê muitas etiquetas de uma vez, sem precisar apontar para cada uma. No 4LogOS, as leituras chegam por um gateway local e aparecem num painel por EPC, ligadas ao cadastro de produtos.

Qual leitor RFID funciona com o 4LogOS?

Hoje o gateway do 4LogOS tem driver nativo para o leitor UHF fixo Chainway UR4. Novos modelos entram como drivers no gateway, sem mudança na plataforma. Na demonstração verificamos o hardware que você já tem ou pretende comprar.

O inventário RFID precisa de internet?

Não para ler. O gateway grava cada leitura num banco local antes de enviar e drena tudo em lote quando a conexão volta. A internet só é necessária para as leituras aparecerem no portal.

Como o sistema sabe qual produto é cada tag RFID?

Se a etiqueta segue o padrão GS1 SGTIN-96, o 4LogOS decodifica o EPC em GTIN e número de série e encontra o produto pelo GTIN. Se a tag é fixa e fora desse padrão, você cadastra o EPC como "outro código" do produto, e qualquer leitura daquela tag cai no SKU certo.

Dá para usar RFID no pátio, para controlar carretas?

Sim. No YMS do 4LogOS, cada carreta pode ter uma tag vinculada, e os portais na entrada, na saída e nos corredores atualizam a localização dela automaticamente. Tag desconhecida ou carreta que reaparece depois de expedida abre ocorrência.

Quanto custa implantar inventário RFID?

No 4LogOS, os planos mensais começam em R$ 4.990/mês (Lite), passam por Growth (R$ 6.990/mês) e Pro (R$ 8.990/mês), e o Enterprise é sob consulta. Leitores, antenas e etiquetas dependem do projeto e são levantados junto com você. A implantação parte de R$ 5 mil, conforme o plano, e dá para testar a plataforma 14 dias grátis. Confirmamos na demonstração qual plano atende a sua operação.

Inventário RFID rodando na sua operação

Mostramos o fluxo com o seu tipo de operação e você testa 14 dias grátis. Planos a partir de R$ 4.990/mês, implantação a partir de R$ 5 mil.